Sex And The Kitchen- O sexo e a cozinha

Posted by on jul 7, 2015 in Livros | 0 comments

“E no final,
o que todo mundo quer mesmo,
é um abraço apertado
e um beijo molhado!”

(trecho de abertura do livro)

 

SATK - Capa

Sex and the Kitchen
É gastronomia, é romance,  é sedução, é sexo, é beijar molhado,  é abraçar apertado, é relacionamento, é amizade,  é comer pela boca, é lamber pelo corpo,  é sorrir com os olhos, é chorar sem lágrima, é música, é silêncio; enfim, é a vida como ela é.

São os encontros e desencontros de G (o protagonista) e P (a protagonista), vividos entre talheres e taças; mas poderiam ser os encontros e desencontros de qualquer um de nós, em torno da boa mesa.

Sex and the Kitchen
É também um livro multiplataforma, que transita entre o impresso e o digital. Seu objetivo, além da agradável leitura, é proporcionar uma experiência.

Mais que ler e imaginar a história, o leitor pode escutar a música da cena.  Uma playlist numa rádio digital foi montada para esse fim.

Mais que ouvir sobre comida e bebida, é possível conhecer o cardápio dos lugares frequentados pelos personagens e de tudo que eles provaram durante a história. Um livro digital de mais de 70 receitas ilustradas, está pronto para o download. Receitas criadas pelo autor, chefs de cozinha e outros profissionais da gastronomia.

É o primeiro livro no Brasil que proporciona esse tipo de experiência sensorial multiplataforma, especialmente na área da gastronomia.

AleGuerra

O Autor – Alessander Guerra
Criador do Cuecas na Cozinha (www.cuecasnacozinha.com.br) que virou enorme sucesso na web, marca registrada, linha de produtos, livros (o primeiro do autor foi “Escola de Maridos & Afins”), palestras com foco na motivação, criatividade e vendas, seminário DHeG (Desafios Hospitalidade e Gastronomia), canal de TV, entre outros projetos em andamento.

Trechos do Livro:

“A cozinha é sedutora desde que o mundo é mundo. Adão e Eva pecaram por causa de uma maçã; não sei se é a mesma que colocou a Branca de Neve pra dormir, mas, enfim, rolou serpente numa história, beijo que levantou defunta na outra… não preciso dizer mais nada, né?”
Um cueca na cozinha é sexy?

“Não só enfiou a faca, como girou com afinco no peito do nosso transtornado cozinheiro. Se fosse basquete era cesta de 3 pontos do outro lado da quadra!”
Encontros e desencontros

“No trajeto entre o recipiente servido e a boca carnuda, a geleia resolveu desviar o caminho, preferindo repousar em colo mais generoso. Deitou de forma desleixada entre os seios macios dela e, como se isso já não fosse o bastante, resolveu deslizar por eles. Ainda que G quisesse, era impossível não ficar hipnotizado por cena tão excitante.”
A dança do acasalamento

“Aos beijos, G deitou-a sobre o almofadão, de forma que ela pudesse assistir à cena que estava prestes a se desenrolar tendo como palco o seu próprio corpo. Liberou a área do ventre de qualquer resquício de tecido e pegou o gelado creme com o auxílio de uma colher. Começou então a espalhá-lo sobre ela com bastante zelo, como um chef que quer desenhar seu prato principal.”
Jantar das Arábias

“G ficou ensandecido. Sentir aquilo, vê-la e enxergar nos olhos dela o profundo desejo de provar até a última gota da calda, servida em lugar mais do que apropriado, segundo seu ponto de vista, foi uma sensação quase orgástica.”
Jantar das Arábias

“Preferiu continuar sofrendo aquela deliciosa tortura que as mulheres tão bem sabem infligir. Conteve-se mais um pouco. E, assim, pôde presenciar o segundo gesto cadenciado. Com calma, muita calma, ao ritmo de “Guess Who”, de BB King, ela livrou a outra alça que ainda segurava a blusa em seu corpo. Seus olhos, sedutoramente castanhos, continuavam a queimá-lo.”
A dança do acasalamento – Realidade

“Comeram a sobremesa, que contrastava quente e frio, com bastante gosto e a necessidade de recarregarem as baterias. (…) Havia muita vontade, muito desejo pairando no ar. (…) A seleção musical, que tanto os inspirou até o momento, levando-os inclusive a um delicioso e excitante sexo, já havia acabado. Agora “All I Want is You” teria para sempre outro significado em suas vidas.”
Às vezes transamos rock, às vezes transamos blues

“O máximo que ele poderia era se apaixonar por: macarons, éclairs, tartelettes, madeleines, croissants, pains au chocolat, baguetes, baba au rhum, mille feuilles (…) . Não, na cabeça dele, ele estaria viajando, teria saudades, muita vontade de abraçá-la, beijá-la, transar com ela, mas isso tudo teria prazo de validade. (…) Nesse meio tempo já havia até planejado que se falariam sempre, por WhatsApp ou mesmo via Skype. Pensava inclusive numa bela transa, ou mais de uma, que atravessaria o longo oceano que os separava, entrando para o banco das memórias a ser rememoradas algum dia.”
Paris #partiu

“Curiosamente depois dessas duas semanas, todas as fotos que G postava no seu Instagram voltaram a ser como as do primeiro dia em Paris. Ele não estava mais presente nelas, apenas fotografava comidas, vitrines e lugares. (…) A terceira semana girou em torno do cheiro. (…) Na segunda-feira ele recebeu uma blusa com o perfume dela. Um bilhete dizia: “Pra você não esquecer do meu cheiro”.
Sexo sem fronteiras em sete semanas

Ale_Livro_Home

Serviço
Livro: Sex and the Kitchen – O Sexo e a Cozinha
Autor: Alessander Guerra
Editora: Melhoramentos
Páginas: 224

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